Todo dono de transportadora sabe que a carga tributária é um dos seus maiores desafios. Afinal, com tantos impostos no transporte de carga, crescer, controlar as finanças e alcançar o sucesso pode se tornar uma missão um pouco mais complicada.
Nosso país tem legislação muito complexa e burocrática nesse aspecto e as transportadoras são prejudicadas por essa ineficiência política. Mas isso não é motivo para desanimar! Com as estratégias certas, é possível ter mais controle sobre os tributos e ainda conseguir uma redução interessante desses valores.
Se você anda perdido com tantas obrigações ficais (como o ICMS, IRPJ, CSLL, PIS/PASEP e ISS) e tem dúvidas sobre o regime tributário ideal para o seu negócio, nós o ajudaremos com este post!
Não há como fugir da responsabilidade de pagar os impostos no transporte de carga, mas há maneiras de deixar essa tarefa mais eficiente e até gerar economia. Isso se faz por meio de um controle rígido e inteligente, em especial com o apoio de um bom software de gestão.
Essa estratégia assegura que você não cometa erros de escrituração que podem gerar cálculos errados e, consequentemente, o recolhimento de tributos acima do devido. Além disso, ter controle efetivo dos tributos evita que sua empresa seja penalizada por não apresentar documentações obrigatórias.
Mas não é só isso! Podemos dizer que um negócio que tem esse controle e mantém seus registros fiscais sempre organizados, consegue se planejar melhor. A ideia é simples: quando você sabe o que tem a pagar e a receber, está mais preparado para o futuro e para as oportunidades.
Outro ponto importante é que o não cumprimento dessas obrigações pode lhe causar muitas dores de cabeça e problemas, como:
Você viu que o uso de um software de gestão pode simplificar o seu dia a dia em relação às obrigações fiscais. E é isso mesmo: essa tecnologia deve ser vista como uma de suas maiores aliadas para a redução dos impostos no transporte de carga, pois traz grandes benefícios.
Nosso software Controle de Transportadoras, por exemplo, é uma ferramenta moderna e completa que facilita bastante a gestão de tributos.
Por meio de uma pré-configuração, você escolhe o seu regime de tributação e configura o ICMS, PIS, COFINS, INSS e ISS para gerar os arquivos de acordo com SINTEGRA, SPED Fiscal, SPED Contribuições e outros.
Muito mais do que auxílio no controle de tributos a pagar, nosso sistema lhe ajudará a reduzir custos. Como ele evita inúmeros erros de operações, você não corre o risco de pagar duas vezes o mesmo imposto. Além disso, ao evitar a sonegação, seu negócio corre menos riscos de cair na malha fina e se mantém longe de problemas com o fisco.
Não há dúvidas de que os sistemas Bsoft são excelentes ferramentas e podem transformar o cotidiano em seu negócio. No entanto, se você deseja reduzir a carga tributária em sua transportadora, terá de tomar mais algumas providências. Confira!
A primeira delas é estruturar um bom planejamento tributário. Muitos empreendedores não sabem, mas a escolha do regime de tributação correto pode gerar economia considerável de recursos.
Você terá à sua disposição três regimes básicos e, para ser enquadrado em cada um deles, é necessário cumprir com alguns requisitos, em especial os limites de faturamento:
O Lucro Real, portanto, pode ser usado por qualquer empreendimento, mas costuma ser utilizado por empresas de grande porte, posto que é mais complexo que os outros. Os demais regimes, além do faturamento, apresentam requisitos e limitações — é o caso das empresas de transporte de passageiros, que não podem aderir ao Simples.
Lembrando que a mudança que mais afeta seus lucros nesse caso é o pagamento do IRPJ e da CSLL. No caso do Simples Nacional, o imposto é unificado com uma alíquota que varia de 6% a 33% (a depender do seu faturamento) e engloba todos os tributos.
Se você for enquadrado no Lucro Presumido, como o próprio nome sugere, a margem de lucro utilizada para o cálculo de impostos é presumida. Desse modo, para definição do IRPJ e CSLL leva-se em consideração uma tabela predefinida para os respectivos cálculos — presunção de 1,6% a 32% do faturamento bruto, de acordo com a atuação da empresa. Mas, caso você opte pelo Lucro Real, arcará com uma alíquota de 33,25% do lucro líquido.
Existem inúmeros detalhes a serem conferidos, por isso a importância de um bom planejamento com quem conhece o dia a dia da empresa.
No caso de Lucro Real, as alíquotas de PIS (1,65%) e COFINS (7,60%) se diferenciam bastante do Presumido, que é de 0,65% e 3% respectivamente. Apesar de serem débito/crédito nesse regime.
O ICMS também costuma variar bastante, porém, é preciso entender que cada empresa arcará com os valores referentes à sua atuação, oscilando de acordo com o destino dos fretes.
Por isso, para saber qual dos regimes é mais interessante, você precisará conhecer as despesas de sua empresa. Afinal, se o lucro líquido for alto, o Lucro Real pode não ser a melhor opção. Do mesmo modo, alguns encargos, como o INSS, podem aumentar em mais de 20% e, por isso, é essencial conhecer a relação de salários e pró-labore.
Como você viu, é importante dar atenção especial ao planejamento tributário. Mas isso não é suficiente! Você acompanha as notícias que dizem respeito ao cenário econômico e novas leis para o seu setor? Isso pode ser importante para que você se prepare e não seja pego de surpresa.
Um bom empreendedor é aquele que pensa além do seu tempo e está de olho nas oportunidades e desafios que podem surgir. Por isso, seja mais interessado e procure se informar melhor! Busque canais que estão sempre atualizados, principalmente no que se refere a impostos no transporte de carga. Se possível, assine newsletters — e-mails periódicos com dicas, novidades e notícias — para se manter a par das mudanças no cenário.
Você sabe como andam as finanças da sua transportadora? Se a resposta for negativa, o ideal é que você perca um pouco do seu tempo avaliando suas despesas, receitas, resultados contábeis e, claro, o nível de organização de toda a documentação.
Por último, temos uma dica de ouro. Se você não tem habilidades e conhecimentos suficientes para lidar com questões tributárias, se sente confuso com tantas leis e está inseguro em escolher o regime de tributação, o melhor a se fazer é contar com o apoio de profissionais capacitados para isso.
Mas atenção! É muito importante que você trabalhe com contadores, consultores e advogados que tenham domínio das regras para o setor de transporte de cargas. Além disso, é preciso deixar claro que tal cuidado não se limita às grandes transportadoras, pois as pequenas e médias empresas do setor também podem (e devem) investir em apoio especializado.
Chegamos ao fim do post e esperamos que você tenha entendido o que é necessário fazer para controlar e reduzir os impostos no transporte de carga. Conforme vimos, não se trata de uma meta impossível, mas é preciso adotar boas práticas e investir em tecnologias que sejam especialmente projetadas para o setor.
Quer alcançar esse resultado e colocar seu negócio em um lugar de destaque no mercado? Então, não perca mais tempo e entre em contato agora mesmo com a Bsoft!
4 Comments
Pode me explicar como é utilizado o valor pago no vale-pedágio para abatimento do imposto?
obrigado
Boa tarde, como vai?
Fazendo uma consulta, verifiquei que há, no Artigo 2° da Lei Federal 10.209/2001, caso o vale-pedágio não integre o valor do frete, não seria considerado uma receita tributável, ou seja, não integraria a base de cálculo do ICMS.
Por se tratar de uma questão fiscal, recomendo que confirme tudo com sua contabilidade, ok? Eles irão te prestar todo o suporte necessário nesta questão.
Espero ter ajudado 🙂
Devo considerar os tributos para composição do valor meu frete?
Boa tarde, Sirléa!
Isso irá depender da forma de cálculo, mas no geral as empresas transportadoras incluem os impostos no valor do frete por se tratar de um custo para a empresa. Algo que você precisa verificar é como ficará demonstrado o imposto no CT-e. Temos um post completo sobre cálculo do ICMS em nosso blog que pode te ajudar. Obrigada por comentar e continue acompanhando nosso blog para se manter informada.